Brasil cai 6 posições em ranking internacional de competitividade.

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Suíça, Singapura e Estados Unidos lideram a lista. Brasil em último no quesito “confiança em políticos”.

Apesar de reconhecer que diversos países da América latina estão entrando em recessão, a avaliação do Fórum Econômico Mundial não perdoa: “No lado institucional, a segurança se deteriorou e também a percepção da qualidade da administração do setor público”, diz o relatório a respeito do Brasil.

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Dentre os países da América Latina e Caribe, o Brasil ainda se encontra no meio da lista em questão de competitividade, mas segue atrás de Jamaica e Barbados, por exemplo.

Muitos países da região têm subido com rapidez no ranking. O México cresceu 6 posições e a Índia chegou a subir impressionantes 16 lugares na lista, ambos desde a medição anterior (2015-2016).

Dentre os motivos listados como os mais problemáticos para os negócios no Brasil, estão os impostos, corrupção, regulações relacionadas a impostos e burocracia governamental ineficiente. Analisando de forma isolada os quesitos “instituições, infraestrutura e ambiente macroeconômico”, o Brasil cai ainda mais no ranking, chegando a aparecer em 120º na avaliação das instituições nacionais. O país fica próximo ao último lugar da lista, a Venezuela, em “Goods market efficiency”, que avalia a eficiência do mercado de produtos.

Por muito pouco se deixa de notar que na avaliação de confiança em políticos, o Brasil está em último na lista.

Fonte: World Economic Forum

(http://reports.weforum.org/pdf/gci-2016-2017/WEF_GCI_2016_2017_Profile_BRA.pdf)

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