Trump e seu contrato com a América

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Os primeiros 100 dias de governo de Donald Trump prometem ser agitados. Em seu site , o presidente eleito fez o compromisso, quando ainda era candidato, de cumprir um contrato com o eleitor americano, a ser levado adiante em seus 100 primeiros dias como presidente. São 18 medidas e ações com o objetivo de cumprir o brado MAKE AMERICA GREAT AGAIN.          

sem-tituloAs primeiras seis medidas do plano têm por finalidade limpar a corrupção e os “special interests” em Washington. Em primeiro lugar, o presidente eleito promete propor uma emenda constitucional que imponha limites a mandatos de membros do congresso americano. Em seguida, o congelamento de contratações de empregados públicos federais, com exceção de novas contratações para as forças armadas, forças policiais e para empregados da área da saúde. Segundo o documento, para a criação de cada nova regulação federal, duas regulações antigas devem ser derrubadas. Mas não para por aí a drenagem do pântano em Washington. Trump quer cinco anos de quarentena para políticos que planejem sair de seus cargos para ingressar no mundo do lobby. É pior ainda para quem se tornar empregado da casa branca a partir de 2017: será proibido ao ex-funcionário fazer lobby para governos estrangeiros (por toda a vida). Você acha que há muito dinheiro de origem estranha nas eleições americanas? Trump propõe acabar com a arrecadação de dinheiro por parte de lobistas estrangeiros para as eleições dos Estados Unidos.  Para proteger os trabalhadores americanos, Donald é categórico ao afirmar que irá tirar o país do NAFTA ou renegociar sua participação no acordo. No caso do Trans-Pacific Partnership, o presidente promete nem mesmo realizar negociações: vai sair e pronto. Em tom desafiador, quando comparado com os presidentes anteriores, ainda afirma, no documento, que fará seu Secretário do Tesouro rotular a China de “manipuladora de câmbio”, algo que Barack Obama fazia com extrema timidez. Entre outras ações, está a luta contra práticas abusivas no comércio internacional, a exploração de xisto, petróleo, gás natural e o chamado “carvão limpo” sem as antigas restrições, além do fim das dificuldades impostas à criação de infraestrutura voltada à energia e o cancelamento dos “bilhões em pagamentos a programas de mudança climática da ONU”, com o posterior redirecionamento desse verba para programas internos. O documento termina com medidas de melhoria da segurança e respeito à constituição e às leis. Para isso, Donald promete acabar com as “executive orders” inconstitucionais de seu antecessor, selecionar um juiz para substituir Scalia na Suprema Corte, cancelar recursos federais a cidades que sejam “sanctuary cities” (cidades que não adotam medidas legais contra  pessoas sem documentos de identidade ou até mesmo que não tenham políticas de identificação de pessoas sem documentos), retirar do país os mais de dois milhões de imigrantes ilegais e acabar com a imigração de estrangeiros que venham de regiões com propensão ao terrorismo. Após o contrato, Trump ainda informa ao público que trabalhará para a aprovação, junto ao congresso, de pelo menos 10 leis relacionadas à liberdade de escolha de local de estudo (para crianças), ao cuidado de crianças e idosos, ao atual sistema de saúde, à segurança pública, segurança nacional e imigração ilegal, à corrupção, à infraestrutura e energia, ao corte de impostos e à exploração de petróleo.

 

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